domingo, 19 de setembro de 2010

EU CORRO... EU CORRO...

Em silêncio tento me guardar,
Por todo tempo tento me salvar,
Eu corro... Eu corro...
De todos os medos que tento disfarçar.

Olhos pros seus olhos e tento me enganar,
O mundo la fora não me faz acreditar,
Eu corro... Eu corro...
Do que me faz ver o além do que eu posso olhar.


O que tanto penso?
Por que me reprendo
Pelas coisas que eu vejo lá fora?
O que eu tanto lamento?
Por que de tanto tempo,
Pra tudo se tornar num nada?
Eu corro... Eu corro...
Eu quero ter a minha paz.
Eu corro... Eu corro...
E não volto pra trás.


Todos olham nos meus olhos,
Me dizem fortes palavras,
"Se o mundo fosse igual a mim, 
Não seria tão dificil de amar"
Essas palavras adentram meus pensamentos,
E desconfio que em tudo existe um engano,
Se eu enxergo o erro da verdade,
Ou se eu vivo a pureza fora da realidade.

O que tanto penso?
Por que me reprendo
Pelas coisas que eu vejo lá fora?
O que eu tanto lamento?
Por que de tanto tempo,
Pra tudo se tornar num nada?
Eu corro... Eu corro...
Eu quero ter a minha paz.
Eu corro... Eu corro...
E não volto pra trás.


"Por um momento nessa vida, eu começo a perguntar os porquês das coisas, e esses porquês obviamente não tem respostas... De certo modo, eu dificil ter que aceitar certas coisas que nos fazem partes do meu cotidiano. À duvidas que inalam as minhas razões, à razões que nos me geram duvidas, e a pergunta que não existe resposta e à coisa que eu não precisaria entender... Apenas perceber"


By KIO
353 | 19 de setembro de 2010