Sempre quando o sol nascer,
Sua luz toca os seus olhos,
Abrindo sobre essas dores que te consomem.
Todas as vezes que ele me diz adeus,
A um corpo por traz de mim,
Entrando em meus desejos, levando pro alem.
Sempre eu tento entrar debaixo das cobertas,
E me permanecer no quente dos meus desesperos,
Esconder-me do frio que vem me congelar,
Reprimido por todas lagrimas,
Que inundam os meus travesseiros,
Afogando-me pelo excesso desperdício do sal.
Por tua vez, a luz também me acordou,
Fazendo-me voltar pra traz,
Pela imagem do meu espelho,
Pedindo a você,
Ser eu mesmo...
Desvio, dos buracos do meu caminho,
Sem ter a força de me enfrentar,
Sem ter a intenção de lamentar pelo que esta atrás.
Se um dia algo se perdeu por dentro de mim,
Estará chorando por nós,
Porque não tenho à tamanha suficiência para sustentá-lo.
Sinto-me estranho por não saber entender,
Por ser de mim, um segredo incerto,
Por possuir a estranha minha de manter a fé.
Pelos meus espíritos que me induzem,
Canto e almejo por toda essa lamuria,
Soterrando meus pés em cada passo dessa caminhada.
Por tua vez, a luz também se apagou,
Fazendo me procurar pela minha paz,
Pela imagem do meu espelho,
Eu vejo você,
Assim como eu realmente sou.
"Me sinto como um 3 ponto (...) 'assim por diante'..."
339 | 3 de junho de 2010

Maravilhoso....cada dia seu blog fica mais especial....sucesso!!!
ResponderExcluirBjoss